Cursos de Abril: programe-se

 

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Ervas e especiarias aliadas do outono/inverno

Por Gabi Pastro

As ervas e especiarias são nossas eternas aliadas, oferecem nutrição e sustentam nossa saúde. Cada uma delas é capaz de oferecer um benefício diferente, por exemplo, orégano é altamente antioxidante, prevenindo o envelhecimento precoce e as doenças relacionadas à esse, já a salsinha, é depurativa do sangue e regulariza a menstruação.

Porém, existem ervas e especiarias aliadas do outono/inverno, quais tem a capacidade de aquecer o corpo e/ou tratar e prevenir males oriundos dessa época mais fria. Adicione-as à sua alimentação e você passará por essas estações com mais saúde física e emocional. E quem são elas:

Cebolinha (Allium fistulosum): tempero rico em vitamina C, auxiliando no fortalecimento da saúde. Também considerada expectorante, perfeita para tratar a presença de catarro nos pulmões e seios nasais.

Cúrcuma (Curcuma longa): ótima para aquecer o corpo, além de altamente anti-inflamatória e hepatoprotetora. Perfeita para passar aquelas dores corporais relacionadas ao frio. Coringa das refeições de inverno que precisam oferecer mais energia.

Gengibre (Zingiber officinale): esse rizoma e o tempo frio tem tudo a ver. Além de aquecer o corpo, é um bom expectorante, se tornando aliado no tratamento de gripes e resfriados. Ótimo para evitar o mal de inverno, desânimo recorrente dos dias mais curtos e de céu mais nublado. Use com moderação, pois pode causar muita agitação, ardência estomacal e elevar a pressão.

Pimentas (Capsicum sp.): aceleram o metabolismos, oferecem animo e dispensam a preguiça, além disso são desintoxicantes. Cuidado se você possui problemas estomacais, como gastrite, pressão alta e hemorroidas.

Sálvia (Salvia officinalis): essa saborosa erva faz perfeita combinação com pratos mais pesados de invernos, como sopas, ensopados, carnes, tubérculos e abóbora. Medicinalmente, é aliada no tratamento das congestões nasais e dores de garganta.

Além dessas citadas, existem muitas outras, como alho, alecrim, nirá e guaco. Adicione essas preciosidades sempre frescas e orgânicas ao seu dia a dia e ganhe mais saúde.

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Problemas da falta de água na horta

Gabi Pastro

Pessoal, sempre falamos aqui da importância de controlarmos a rega, de não exagerarmos na umidade da horta e tudo mais. Também já dissemos que o excesso de água é um dos fatores que mais mata as plantas na horta/jardim. Porém, o que queremos falar hoje é da falta de água, na verdade, da rega inconstante.

Tanto a falta de rega como a rega inconstante, uns dias com água ou outros sem, é prejudicial à horta. O caso extremo seria a planta morrer, porém o mais comum é o desenvolvimento lento e deficiente. É muito fácil identificar quando uma planta ficou sem o suprimento necessário por um longo tempo, ela fica com menos folhas e essas ficam menores, pouco desenvolvidas.

Aqui no viveiro temos duas mudas de berinjela, plantadas no mesmo tipo de substrato (composto orgânico), uma está há uns 2 meses com rega inconstante e a outra está sempre levemente úmida. Vejam a nítida diferença:

 

Para as aromáticas e hortaliças folhosas, este problema resulta em menos folhas para uso culinário e para as hortaliças de fruto, isto acarreta também em plantas sem produção de flores e frutos comestíveis, pois planta subdesenvolvida não florescer e nem frutifica. Sabe o que é pior? Esta condição é difícil de reverter, somente com muito cuidado, rega constante, boa poda e adubação que tiramos a planta dessa situação.

E aí, como está sua horta?

 

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AGENDA DE MARÇO: PROGRAME-SE

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Horário de funcionamento: carnaval

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Dicas sobre a saúde das plantas

Por Denise Lindorfer e Mayra Dias

As plantas são seres simples e quando nascem de maneira espontânea na natureza são muito autossuficientes, porém todas elas possuem necessidades básicas que precisam estar em equilíbrio: luz, água, ar e solo!

Assim como nós, quando há qualquer carência de algumas dessas necessidades as plantas passam por momentos de desequilíbrio, a imunidade cai e assim ficam vulneráveis às doenças ou viram alimento de alguns insetos. Quando falamos da saúde, até mesmo da nossa, é comum abordarmos esse tema sob a ótica da doença, porém se cotidianamente cultivarmos hábitos preventivos de saúde dificilmente as doenças vêm. Com as plantas tudo ocorre exatamente da mesma maneira. Se você adotar alguns tipos de manejos saudáveis, com certeza também terá plantas saudáveis e que talvez nem sofram com alguns tipos de insetos ou doenças rotineiras.

Aí vão TRÊS DICAS muito simples e importantes:

SOLO

Um solo saudável é a base de tudo! Para vasos ou canteiros comece sempre por aí! Se o solo estiver nutrido e equilibrado dificilmente suas plantas ficarão doentes. Observe as necessidades da planta que você vai cultivar, pois as plantas desenvolvem adaptações específicas para as condições de solo de seus ecossistemas de origem. Por exemplo, plantas de ambientes mais áridos vão preferir solos são mais rochosos ou arenosos, é o caso de algumas ervas aromáticas como o Alecrim ou o Tomilho. Então não existe um tipo de solo ideal para todas as plantas, mas sim um tipo de solo saudável para cada ecossistema específico e que permite que as plantas originárias daquele local se desenvolvam plenamente.

solo-equilibrado

LUZ

Para garantir e manter a saúde das plantas que cultivamos, em vasos ou em canteiros, devemos inicialmente entender a quantidade de luz que nossas plantas precisam, por exemplo, uma planta de sol não crescerá totalmente feliz em um local de sombra! Algumas espécies até podem se adaptar, mas geralmente se esticam em busca da luz do sol e ficam com aspecto estiolado, tornando-se vulneráveis ao ataque de insetos e mais suscetíveis a possíveis doenças. Você se surpreenderá com o quanto uma planta pode se desenvolver simplesmente mudando-a de lugar e cultivando-a sob a luz correta!

luz-equilibrada

REGA

Aqui novamente nos deparamos com a especificidade de cada espécie, plantas de ambientes mais áridos desenvolveram excelentes estruturas de captação e armazenamento de água, como é o caso dos cactos e suculentas. Conheça bem a espécie que você quer cultivar e dê a ela a quantidade de água que ela realmente precisa. Você pode perder plantas pelo excesso ou pela ausência de água.

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Como bons jardinistas devemos sempre manter os olhos bem abertos para perceber quais as necessidades dos nossos cultivos. Um solo saudável, aliado à quantidade de sol adequada e às regas equilibradas são, sem dúvida, condições indispensáveis para manter a saúde de suas plantas.

Gostou e quer se aprofundar no assunto? Dia 07/maio (domingo), 9h00 – 16h00, nós iniciaremos no Sabor de Fazenda um curso completo sobre Jardinagem Orgânica Comestível, confiram:

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Jardins Vibracionais, reconhecendo a energia do seu jardim

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É com alegria imensa que recebemos, de Curitiba, a paisagista vibracional Claudia Canales para mais uma turma do Curso Jardins Vibracionais. Imperdível!! Aprenda a reconhecer a energia do seu jardim/horta e sabia o que fazer para melhorá-la. Todo conteúdo muito prático e dinâmico, um curso ideal tanto para quem quer melhorar a energia da própria casa quanto a de um cliente; paisagistas, jardinistas e arquitetos irão amar.

CONTEÚDO:

• Reconhecendo a energia das plantas e do jardim

• Como os jardins vibracionais atuam nas pessoas, nas cidades, no planeta

• Como potencializar a energia das plantas

• Lista de plantas vibracionais

• Jardinagem energética – solo, novos adubos, plantio, podas – uma nova visão de antigos conceitos

• Aprendendo a usar o pêndulo e dual road

PRÁTICA:

• Fazendo um spray vibracional de jardim que o aluno poderá levar para casa

• Montando um vaso que o aluno poderá levar para casa

DATA: 11/março/2017 (sábado)

HORÁRIO: 9h00 – 16h30

INVESTIMENTO: R$ 350,00 (curso, almoço, coffee break apostila, spray vibracional)

FORMAS DE PAGAMENTO:
– Opção 1: R$ 332,50 depósito bancário a vista – 5% de desconto (pagamento até dia 01/03) ou R$ 350,00 depósito bancário a vista – sem desconto (pagamento após 01/03)

– Opção 2: R$ 175,00 no ato (depósito bancário) e R$ 175,00 no dia (dinheiro, cheque, crédito ou débito) – sem desconto

COORDENAÇÃO: Claudia Canales, paisagista vibracional

LOCAL: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria – São Paulo, SP

INSCRIÇÃO: (11) 2631-4915 ou sabordefazenda@sabordefazenda.com.br – até 06/março

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Como anda o solo da sua horta?

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Por Gabi Pastro

Vá lá até sua horta/jardim e dê uma leve cavada, como a terra está? Compactada ou solta? Úmida, formando gominhos, ou seca com aparência de areia? Como será que ela tem que ser?

Um solo orgânico saudável apresenta húmus, material com aparência mais úmida e de cor acastanhada, formando gominhos. Ele é descompactado e, logo nas primeiras camadas, já apresenta macro e micro animais.  Tenha em mente que este é o solo ideal para a maioria das plantas da horta.

Um solo não adequado para a horta se encontrar em um destes dois extremos: ou é muito compactado ou é extremamente arenoso. Estas duas versões são ruins, pois não drenagem de maneira correta a água e não retêm os micro e macro nutrientes do solo. Confira aqui algumas dicas de como melhorá-lo.

Continuando sobre este tema, aqui no viveiro sempre nos deparamos com dúvidas, nossas e dos clientes, sobre o conceito de húmus, composto e vermicomposto. Para nós ainda é difícil classificar diretinho o que é cada um e quais seus benefícios. O que temos visto em nossas pesquisas são as seguintes denominações:

Húmus: componente orgânico resultante da decomposição de material de origem vegetal e/ou animal via micro (fungos e bactérias) e macro organismos (minhocas). Este processo de formação do húmus se chama humificação, no qual se formam três compostos principais: humina, ácido húmico e ácido fúlvico. Ele pode ser formado através da compostagem caseira (aberta ou fechada) e da vermicompostagem (minhocário).

Compostagem: técnica de processamento de resíduos orgânicos seja de origem vegetal ou animal. Neste processo, também se forma o húmus, porém em baixas proporções.

Vermicompostagem: considerado um tipo de minhocultura. Neste caso, a decomposição por microorganismos é menos presente e as minhocas fazem o maior trabalho, transformando boa parte dos resíduos orgânicos em húmus.

Porém, ainda não é claro para nós a diferença química e física de cada um e o que cada um traz de vantagem e diferencial para a horta. Se você já tem isto claro na sua mente, escreva para nós, iremos adorar partilhar um pouco do seu conhecimento aqui.

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Os segredos do manjericão-sagrado

Por Gabi Pastro

Quem conhece este manjericão, geralmente, é apaixonado por ele. Seu aroma adocicado, lembrando alcaçuz, é envolvente e traz felicidade simplesmente ao cheira-lo.

Também chamado de tulsi ou talusi, o manjericão sagrado (Ocimum sanctum ou Ocimum tenuiflorum) pertence à família dos manjericões, Lamiaceae, sendo nativo do subcontinente indiano. Existem inúmeras variedades desta espécie, o que faz nós aqui do Ocidente nos confundirmos (ex.: Krishna tulsi, Vishnu tulsi, Rama tulsi, entre outros). Aqui no viveiro nós temos a variedade Rama tulsi (veja foto abaixo).

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O manjericão sagrado faz parte da rica cultura hindu. Ele tem forte relação com Vishnu, deus responsável pela manutenção do universo, e seus avatares, sendo usado em cerimônias de oferenda e adoração. Muitos hindus têm esta planta crescendo na frente ou perto de suas casas.

Seu cultivo é semelhante ao do manjericão-comum (Ocimum basilicum), gosta de solo humoso, levemente úmido e bem drenado. Disponibilidade solar acima de 5 horas diárias é o ideal. Ele cresce abundantemente, mesmo em vasos, oferecendo uma quantidade bem grande de sementes, após florescer.

Na Ayurveda, é muito utilizado para tratar estresse, dores de cabeça e problemas digestivos. Sua infusão com lavanda é deliciosa e acalma depois de um dia agitado e estressante. Podemos consumi-lo no nosso dia a dia com um tempero, adicionando sabor e doçura à saladas, patês, ensopados, sorvetes e demais doces.

E você, está esperando o quê para ter esta lindeza em casa? 

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Joaninhas no jardim: bom ou ruim?

Por Gabi Pastro

As joaninhas são super parceiras da horta/jardim, elas consomem diversos insetos, principalmente os pulgões. Ou seja, fazem o controle ecológico, deixando as plantas livres de predadores. Mas será que isto é verdade para todas as joaninhas? Não!

Atualmente, graças a uma leitora nossa, descobrimos que existe uma espécie de joaninha, a asiática (Harlequin succinea), que é capaz de consumir folhas também. Neste caso, ela é uma espécie onívora e não mais carnívora. Ela tem coloração alaranjada, não são aquelas vermelhas, é bem redondinha e repleta de manchas pretas.

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Há anos atrás, ela foi introduzida na agricultura comercial para exterminar os pulgões, porém a situação fugiu do controle quando os pulgões acabaram e as joaninhas não tinham mais insetos para comer. As melhores adaptadas foram capazes de consumir folhas, como alternativa de consumo. Essas sobreviveram, e hoje, esta espécie, se tornou de hábito alimentar onívoro, ou seja, comem pequenos animais e plantas. Ou seja, este é um típico caso de uma tentativa frustrada de controle ecológico.

Aqui no viveiro nós conseguimos filmá-la comendo as folhas de um pé de berinjela, vejam os danos que ela fez em menos de uma hora:

Apesar disto, não é preciso se assustar, pois, em uma horta caseira, dificilmente teremos uma quantidade muito grande destas joaninhas, ou seja, ela não será capaz de arruinar sua horta/jardim. Percebemos que temos várias delas por aqui, porém os danos que causam são pequenos.

 

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