Projeto Plantando Saúde em Casa

 

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É época dê? | Amor-perfeito ♥

Gabi Pastro

A primavera é época de floração da maioria das plantas que conhecemos, porém existem algumas espécies que florescem quando o tempo está mais frio e seco e com menor disponibilidade solar, como no outono/inverno. Uma delas é o amor-perfeito (Viola x wittrockiana), qual produz flores de cores variadas e comestíveis. Ela é da família botânica Violaceae, a qual tem grande representação de espécies que se desenvolvem melhor no outono/inverno.

Seu cultivo | Atinge em torno de 15 cm e, se muito crescida, torna-se curvada, devido seus caules moles. Seu florescimento começa no período de inverno, estendendo-se pela primavera. Devido à sua variação de cores, é uma ótima opção para dar textura e cor ao jardim. Desenvolve-se bem tanto em vasos como em canteiros. Não tolera muito o calor, apreciando regiões mais frias com luminosidade solar menos intensa. Pode ser cultivada a meia-sombra e em solos férteis e levemente úmidos.

Na culinária | As flores inteiras (ou somente as pétalas) são utilizadas para decorar sobremesas e ornamentar saladas, sendo que também podem ser cristalizadas ou congeladas em cubos de gelo para decorar drinques e refrescos.

Aqui no viveiro temos as plantadas em uma carriola de madeira, vejam como está bonita e imensamente florida:

 

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RAIO-X | Azedinha da horta

Gabi Pastro

Queridos hortelões, hoje começamos uma séria chamada ‘Raio-x’, na qual falaremos tudo sobre determinada espécie da horta. E começamos com a azedinha, nossa querida hortaliça que sai da horta temperada, já com gostinho de limão…hummm

Nome científico: Rumex acetosa 

Nomes populares: azedinha, azeda, azeda comum, azedeira, língua de vaca, common sorreal (inglês), garden sorrel (inglês), acedera común (espanhol), vinagrera (espanhol).

Família: Polygonaceae

Origem: Europa e Ásia

Características botânicas: planta perene e rasteira. Apresenta flores muito pequenas, com aproximadamente 3 mm de diâmetro. Sua floração não é tão comum, mas é possível no nosso clima.

Cultivo-Solo/Clima: adapta bem a vários tipos de solo. Pode ser atacada por lesmas e caracóis, quando isto acontece é só cortar a touceira. Pode ser plantada em um vaso tipo bacia (boca larga) ou diretamente no canteiro. Apesar de precisar de algumas horas de sol pode ser plantada na parte da horta que bata menos sol. Uma adubação com composto orgânico ou húmus de minhoca a cada 40 dias, para vasos, ou 60 dias, para canteiros, é ideal. Multiplica-se facilmente por divisão de touceiras.

Variedades: clara e escura. A variedade clara apresenta folhas grandes, sabor mais suave e é mais macia, já a escura tem folhas menores, um sabor mais acentuado de limão e pode ficar muito fibrosa com o passar do tempo.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: suas folhas ainda são consideradas um alimento não convencional aqui no Brasil, porém lá fora, principalmente em Portugal, é muito comum seu consumo. Pode ser utilizada em saladas, sopas, patês e omeletes. Apresenta propriedades depurativa do sangue, diurética, ajuda a baixar a febre, curar feridas e é muito rica em vitamina C e cálcio. Atenção: por sua grande quantidade de oxalato de cálcio, não deve ser consumida em excesso, pois pode ser prejudicial aos rins.

Partes usadas: folhas.

 

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Aprenda como fazer construção em bambu

Dia 06/agosto (9h00 – 17h00), teremos aqui no viveiro o curso inédito de Construção em Bambu. Os professores Marcello Martins e Gustavo Queiroz contam um pouco mais sobre o que os alunos irão ver…

 

Inscrições: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br

 

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Quem são as ervas do Mediterrâneo?

Gabi Pastro

Você compra diversos temperos, como sais aromatizados, e neles vêm escrito ervas do Mediterrâneo ou ervas da Provence e você não sabe ao certo o que tem dentro? Vou esclarecer isso agora!

A maioria das ervas aromáticas e especiarias que usamos na culinária são geralmente oriundas do sudeste da Ásia, do Subcontinente Asiático e do Mediterrâneo. Claro que temos algumas ervas e especiarias que fogem desse padrão, como o zimbro, orégano mexicano, erva-luisa, cidreira de árvore, entre outras.

No post de hoje vou enfatizar as da região do Mediterrâneo, dessa terra incrivelmente árida, mas riquíssima em espécies aromáticas. O mar Mediterrâneo banha algumas porções da Europa (como a Provence), África e Ásia e ele é capaz de criar um clima típico e restrito, com verões muito quentes e secos (devido ao vento que sopra do deserto do Saara através do mar Mediterrâneo) e invernos mais amenos (em relação as partes mais para o interior dos continentes) e com chuvas.

O clima árido, o solo calcário, pedregoso e com os verões de dias bem longos (acima de 15 horas de sol!) propiciou o surgimento das ervas aromáticas que tanto amamos por aqui: alecrim (Rosmarinus officinalis), lavanda (Lavandula sp.), segurelha-de-inverno (Satureja montana), satureja-de-verão (Satureja hortensis), orégano (Origanum vulgare), manjerona (Origanum manjorana), sálvia (Salvia sp.), curry/immortelle (Helichrysum italicum), tomilho (Thymus sp.), louro (Laurus nobilis) e muito mais.  A maioria delas são facilmente cultivadas aqui no Brasil, exceto em regiões de clima muito úmido. Portanto, você pode tê-las em casa!

Esse guia fotográfico ajudará você a reconhecer algumas:

 

Essas foram as queridinhas do Mediterrâneo ❤ ❤ ❤

 


WORKSHOP PROVENCE: ERVAS E AROMAS (05/agosto das 14h30 – 16h30) com Gabi Pastro:

Lavandas, lavandins, alecrins, tomilho, segurelha…O verão na Provence é uma festa para os amantes das ervas aromáticas! Nessa palestra, Gabi Pastro irá trazer um pouco da vivência nesta região tão especial da França.

Conteúdo:
• Paisagens e aromas de Provence

• Ervas aromáticas e óleos essenciais

• E muitas outras curiosidades

• Degustação de delícias com ervas

 

DATA: 05/agosto/2017 (sábado)

HORÁRIO: 14h30 – 16h30

VALOR: R$ 80,00

 

COORDENAÇÃO: Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias

LOCAL: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo

INSCRIÇÃO: (11) 2631-4915 ou sabordefazenda@sabordefazenda.com.br – até 03/agosto

 

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Cursos e Oficinas em Agosto: programe-se

 

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Novos Cursos no Sabor de Fazenda

Olá, pessoal!!

Estamos com muitas novidades por aqui e queremos partilhá-las com vocês. Somente no mês de agosto iremos ofertar quatro temas novos de cursos e são eles:

 

Para receber o conteúdo completo de cada um deles, escreva para sabordefazenda@sabordefazenda.com.br.

 

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Férias Escolares no Sabor de Fazenda

 

 

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Toda planta é medicinal?

Por Gabi Pastro

Você já parou para pensar se todas as plantas são medicinais? E, se não são, o que as tornam medicinais? Vamos responder isso agora!

Somente um grupo de plantas possui potencial fitoterápico, quais chamamos comumente de plantas medicinais. O que faz estas plantas serem consideradas terapêuticas é a presença de metabólitos secundários, também conhecidos como princípios ativos ou bioativos. Esses são produzidos pelo metabolismo secundário da planta, como o nome já diz, quais são responsáveis pela sobrevivência da planta. Ou seja, esses metabólitos são produzidos em defesa de algum herbívoro que venha comer suas folhas ou como forma de suportar as variações climáticas e até na escassez de nutrientes. Por exemplo, a antocianina, potente antioxidante, presente no hibisco (Hibiscus sabdariffa) tem relação com a sobrevivência da planta em momentos de alterações de temperatura.

A classe de princípio ativo que mais conhecemos é o óleo essencial, presente em todas as ervas aromáticas que amamos usar na culinária e no nosso chazinho de ervas. Porém não existe só ele, também são considerados princípios ativos os alcaloides, taninos, heteresídios, flavonoides, saponinas, mucilagens, ácidos orgânicos, princípios amargos, entre outros.

Mas será que toda planta medicinal apresenta poder medicinal? Não, elas somente serão medicinais quando forem cultivadas corretamente, isso é variável de espécie para espécie, mas também quando elas forem submetidas a certo fator estressante, ou seja, planta mimada não possui muitos princípios ativos 😉 Porém, é possível cultivá-las corretamente, mas mesmo assim elas não terem potencial terapêutico. Isso acontece quando colhemos no momento e da forma errada, mas também se armazenar, secar ou usar erroneamente. Por isso, procure sempre estudar a planta que deseja cultivar, saber de onde vem, como é o solo e o clima de lá, assim como conhecer seus benefícios e contra indicações. Ah lembre-se da importância do nome científico, pois diversas plantas possuem o mesmo nome popular!

Quer se aprofundar mais nesse incrível mundo das plantas medicinais? Confira nossos próximos cursos:

Cultivo Orgânico de Ervas Medicinais: 01/julho das 9h00 – 14h00. Conteúdo completo aqui.

Ervas e Especiarias na Saúde: 05/agosto das 9h00 – 13h30. Conteúdo completo aqui.

Uso Tradicional das Plantas Medicinais: 12/agosto das 9h00 – 14h00. Conteúdo completo aqui.

Oficina de Chás e Infusões: cultivo, fitoterapia e usos culinários: 18/agosto das 9h00 – 13h30. Conteúdo completo aqui.

Informações: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br

 

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Kokedama – Um Bonsai diferente!

Por Débora Morato

Um bonsai é uma paisagem miniatura em um vaso. Acredita-se ter originado durante a dinastia Tang da China ou até mesmo antes disso. Quem conhece um pouco de bonsai tem certeza que leva muito tempo e esforço para manter uma planta sempre pequenina. É verdade em alguns casos, mas não totalmente. Existem outros tipos de bonsai que são mais fáceis de manter e mais rápido para fazer também.

No Japão, surgiu um estilo de bonsai diferente chamado kokedama (pronunciado co-keh-dah-mah) que tem sido muito popular. Um kokedama é basicamente uma planta com o solo em formato de bola coberto com musgo, e este estilo de bonsai ganhou popularidade desde o início de 2000. Mas não se sabe claramente quem surgiu com a idéia. Segundo algumas fontes, Isao Umiji, um horticultor, inventou kokedama no final dos anos 90.

Podemos fazer kokedama com vários tipos de plantas! Ervas, arbustos, frutíferas, plantas de interiores. Teoricamente, todas as plantas podem virar um kokedama, assim como todas as plantas podem virar um bonsai. Dependendo do tipo de planta escolhida há materiais e técnicas específicas para preparar o arranjo.

O grande barato da kokedama é mantê-la suspensa, presa por um fio amarrado à bola de musgo, mas também pode ser colocada sobre um prato de cerâmica ou pires. São arranjos duradouros, podem durar meses e até anos, podendo ser reformados ou substituídos ao longo do tempo. Para manter a kokedama sempre bonita e saudável alguns cuidados são necessários. A questão principal é a luminosidade e rega que irá depender de cada espécie. Não existem regras rígidas para esse tipo de arranjo, afinal cultivar um jardim é um delicioso exercício de observação e cuidado! Vamos colocar a mão na massa?? Dia 24/junho (14h00 – 16h00), irei ministrar uma deliciosa oficina de kokedamas aqui no viveiro Sabor de Fazenda, espero vocês. Informações e inscrições: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br.

 

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