Cultivando Hortaliças em Vasos

NOVIDADES NO AR | CURSO INÉDITO | INSCRIÇÕES ABERTAS

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Agenda de Setembro: Programe-se

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Todos nossos cursos são presenciais e acontecem no nosso viveiro (Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo). Inscrições e informações: (11) 2631-4915.

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Salsa libanesa: o sabor árabe

Gabi Pastro

Salsa libanesa: Apium nodiflorum

Família: Apiaceae

Origem: Leste Europeu

Outro nome científico: Helosciadium nodiflorum

Outros nomes populares: agrião-do-líbano, rabaça, salsa-libanesa, european parsley (inglês), fool’s watercress (inglês), libanese cress (inglês), stonecress (inglês), berra (espanhol), berraza (espanhol), berrera (espanhol), berro (espanhol).

Características botânicas: herbácea perene, de caule prostrado e folhas pinadas (em formato de pena). Possui certa semelhança com o agrião. Suas flores são pequenas, distribuídas em umbelas e de coloração branca. Seu florescimento ocorre entre os meses de julho e agosto.

Cultivo-Solo/Clima: pode ser plantada em canteiros ou vasos largos, pois formam densos maciços. Embora sobreviva à geada e a seca, prefere locais levemente úmidos. Cresce muito bem em sol pleno, porém resiste em locais sombreados.

Usos culinários: muito utilizada no Líbano, onde faz parte das tradicionais receitas de tabule e quibe. Pode ser utilizada como elemento principal ou coadjuvante de saladas, como tabules. Suas folhas fazem um saboroso e diferente molho pesto.

Partes usadas: folhas.


*Aproveite que temos um lote pequeno de salsa-libanesa para compra imediata. Informações: (11) 2631-4915.

Temos uma receita deliciosa de tabule com salsa libanesa no nosso site, ela estará disponível somente até 09/setembro. Acesse aqui.

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Vivência: Desvendando os Manjericões

Os manjericões são nativos da Índia e lá são considerados sagrados. Ele é uma das ervas mais aromáticas da horta e pode se apresentar de diversas formas, sabores, aromas e cores. Embarque nesta incrível viagem dos sabores e aromas.

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Sementes: diversidade e garantia da vida

Mayra Dias 

Ao longo de milhares de anos cada espécie vegetal desenvolveu as melhores estratégias para o sucesso de dispersão, germinação e desenvolvimento, essa história se expressa em suas formas, cores, tamanhos e texturas tão diversas. Cada uma se tornou especializada em forma diferente de dispersão.

Há plantas que produzem frutos que secam e abrem-se quando maduros liberando as sementes, outras que explodem lançando longe suas sementes (deiscentes), algumas atraem animais através de frutos suculentos (angiospermas), serem ingeridos e transportados, há sementes que se agarram na barra das saias e calças e vão conosco por onde andamos e ainda existem aquelas que pairam no ar até encontrar um cantinho propício para germinar e crescer.

É essa diversidade que nos assegura e garante a continuidade da vida no planeta. Nós estamos diretamente relacionados com a manutenção dessa biodiversidade.

Algumas espécies vegetais que se extinguiram ou que correm riscos de extinção deixaram aos poucos de estar em nossas mesas, deixaram de ser cultivadas e em seu lugar escolhemos cultivar apenas as mais “produtivas”, desenvolvemos tecnologias de transgenia e agroquímicos, ganhamos em quantidade de produção e perdemos em qualidade de nutrição.

Sementes crioulas, selecionadas cuidadosamente a gerações, que garantem a qualidade de nossa alimentação, estão se perdendo e com isso se vai também nossa história natural e cultural.

Sementes crioulas

São sementes selecionadas a centenas e até milhares de anos por agricultores e agricultoras, passando pelo processo de melhoramento genético natural, estão no mais alto nível de adaptação genética para germinar, absorver o máximo que aquele ambiente específico pode oferecer em termos de nutrição e produzir novos frutos com sementes de alto vigor germinativo e desenvolvimento, que garantem a colheita no próximo ciclo.


Venha aprender a semear e cultivar diferentes tipos de espécies: Oficina de Sementeiras com Mayra Dias, Luciane Lima e Gabi Pastro (27/agosto das 9h00 – 12h30). Informações e inscrições: (11) 2631-4915.

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Oficina de Cremes Naturais

Aprenda a preparar cremes naturais para utilizar no seu dia a dia, quais respeitam o seu corpo e a natureza: Oficina de Cremes Naturais com Beth Bacchini (20/ago das 9h30 – 13h30).

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Local: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo

Informações e inscrições: (11) 2631-4915 c/ Karina.

 

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Torta fácil de capuchinha

Gabi Pastro

Esta receita é uma combinação perfeita de sabor e praticidade. Aproveite para fazê-la neste período, pois a capuchinha está entrando na época.

Torta de capuchinha ©Sabor de Fazenda

Torta de capuchinha ©Sabor de Fazenda

 

  • Ingredientes

Massa

2 copos de farinha de trigo

1 copo de leite

¾ xícara de óleo

3 ovos

4 colheres (sopa) de parmesão ralado

½ cebola

1 colheres (sopa) de fermento químico

1 colher (chá) de orégano seco

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Recheio

60 gramas de folhas, talos e flores de capuchinha (ao todo)

½ cebola picada

3 colheres (sopa) azeite

6 colheres (sopa) de parmesão ralado

Sal e pimenta-do-reino a gosto

 

  • Modo de preparo

Massa: bata todos os ingredientes no liquidificador. Reserve.

Recheio: higienize bem todas as partes da capuchinha. Separe as folhas dos talos e das flores. Pique bem os talos. Pique as folhas como se fosse couve. Em uma frigideira, refogue a cebola no azeite. Coloque os talos para refogar também, após isto, coloque as folhas. Tempere com pimenta-do-reino e sal a gosto. Por fim, coloque as flores levemente picadas, elas devem ser colocadas logo que for desligar o fogo.

Montagem: em uma forma circular de 25 cm, coloque metade da massa, logo acima coloque o recheio. Em cima do recheio coloque o queijo ralado. Finalize com a outra metade da massa. Decore com algumas flores de capuchinha. Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus. Deixe até crescer e dourar. Sirva quente.

*Nós vendemos mudas de capuchinha, para cultivar em casa, no nosso viveiro (segunda a sábado) e nas Feiras Orgânicas do Parque da Água Branca (07h30 – 12h00) e no Modelódromo (07h30 – 12h00) aos sábados. Também enviamos pelos correios, caso não resida em São Paulo.


Aproveite para aprender mais sobre as Plantas Alimentícias não Convencionais (PANC) no curso Jardinagem Gastronômica – Especial PANC  com Sabrina Jeha e Gabi Pastro (31/agosto das 9h00 – 13h30). Inscrições: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br

Jardinagem Gastronômica - Especial PANC com Sabrina Jeha e Gabi Pastro

 

 

 

 

 

 

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Revista Casa e Comida

Gabi Pastro

Pessoal, a edição de agosto da Revista Casa e Comida está com uma receitinha nossa de homus grão de bico com orégano. Ela é uma ótima opção para usar as folhas do orégano fresco. Aquele orégano seco que compramos no mercado é na verdade das sépalas das flores do orégano, por isto ele é tão aromático. Se secarmos as folhas, nunca chegaremos a intensidade do que a sépala seca.

Sem título

Vocês encontram a revista em grandes bancas e livrarias.

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Plantas Despoluidoras

Gabi Pastro

Existem muitos estudos que comprovam o potencial desintoxicante do ambiente de diversas plantas. Quando cultivadas dentro de casa elas são capazes de diminuir a concentração de toxinas maléficas à saúde humana e dos animais domésticos. Nós não produzimos a maioria destas plantas, por serem ornamentais, porém o tema é muito importante e não poderia ficar de fora do nosso blog.

Confiram algumas espécies com este potencial de limpeza e como cultivá-las:

  1. Lírio-da-paz (Spathiphyllum cannifolium): uma das plantas mais desintoxicadoras do ambiente, é capaz de reduzir considerável a concentração de muitas toxinas prejudiciais à saúde. Pode ser cultivada em vasos e jardineiras, devendo ser deixada a meia-sombra, sempre mantendo a terra bem adubada e umedecida. Não tolera baixas temperaturas, por isso é indicada para ambientes abrigados. Essa planta tem vida longa, dura mais de 10 anos. Pode ser mantida em ambientes fechados.
  1. Gérbera (Gerbera jamesonii): apresenta flores de cores variadas e por isso, é muito utilizada para ornamentação. Sua altura varia de 30-40 cm de altura. Possui forte presença em buquês e decoração. Gosta de climas frios, mas também se desenvolve bem em clima subtropical. No solo tem duração de 2 a 3 anos. Pode ser cultivada em vasos. Tolera solos mais secos, em ambientes fechados pode ser regada de uma a duas vezes por semana. Quando plantada em ambientes externos, nos períodos de chuva não precisa ser regada. Gosta de receber sol indireto em abundância.
  1. Antúrio (Anthurium andraeanum): possui flores nas cores brancas, salmão, cor-de-rosa e vermelha, dependendo da variedade. Apresenta de 0,30 – 1,0 m de altura com folhagem ornamental. É cultivada em vasos, em conjuntos isolados ou jardineiras e sempre a meia sombra. Também é utilizada para corte devido sua beleza e durabilidade. Não tolera temperaturas muito baixa e seu solo tem estar bem adubado. Regar de 2 a 3 vezes na semana.
  1. Dracena-de-madagascar (Dracaena marginata): arbusto com folhas de bordas avermelhadas, atingindo de 2-4 m de altura. Muito utilizada em decoração interna, porém atinge grande porte. Pode ter seus ramos facilmente retorcidos ou encurvados, propiciando pelo efeito decorativo. Regas diárias e excessivas não favorecem seu crescimento. Tolera ambiente de ar-condicionado.
  1. Clorofito ou gravatinha (Chlorophytum comosum): apresenta folhas com bordas de coloração branca ou amarela, seu tamanho médio é de 15-20 cm. Possui pequenas flores brancas. É cultivada em vasos, bordaduras e canteiros, de preferência a meia-sombra. Muito utilizado no paisagismo. O solo deve ser mantido adubado e úmido, mas não encharcado. A rega deve ser feita de 2-3 vezes na semana quando em ambientes fechados, em ambientes abertos elas podem ser mais espaçadas. Tolera baixas temperaturas, resistindo em ambientes de ar-condicionado.
  1. Espada-de-são-jorge (Sansevieria trifasciata): apresenta folhas espessas, atingindo de 70-90 cm de altura. Pode ser cultivada em vasos pequenos ou em grandes agrupamentos, como em canteiros. Pode ser mantida em sol pleno ou meia-sombra, portanto sobrevive bem tanto em ambientes abertos quanto fechados. Apresenta boa resistência a solos áridos e ao calor tropical, bem como ao frio, por isso deve ser pouco regado (1 vez na semana). Esta espécie nós cultivamos e vendemos aqui no viveiro.
  1. Crisântemo (Chrysanthemum morifolium ou Dendranthema grandiflorum): possui flores com alta variedade de coloração, atingindo 0,50 – 1,0 m de altura. Muito cultivado para corte, sendo uma das flores de corte mais comercializada do Brasil. Florescem ao longo de todo ano. Desenvolve-se bem em locais de climas amenos, precisando de 5 horas por dia de sol. As regas devem ser frequentes, mas o solo não deve ficar encharcado, em período chuvoso regar menos.

 

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Agenda de Agosto

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