Cursos e Oficinas de Março

Este próximo mês teremos uma agenda recheada de cursos e oficinas sobre hortaliças e ervas aromáticas, esperamos que gostem. Para mais informações e inscrições, escrevam para sabordefazenda@sabordefazenda.com.br.

Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo
(11) 2631-4915
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Zaatar | O sabor do Oriente Médio

Gabi Pastro, especialista em aromáticas e especiarias

É com muita alegria que hoje vamos falar da mais nova estrela aqui do viveiro, o zaatar (Thymbra spicata). Há muito tempo queremos cultivar esta espécie e somente agora conseguimos. Ah importante, não confundam ela com o manjericão zaatar (Ocimum gratissimum var. macrophyllum), que muitas vezes chamados também só de zaatar por aqui.

O zaatar verdadeiro é uma erva nativa da região do Oriente Médio e Mediterrâneo, também é da família da Lamiaceae, assim como a maioria das ervas do Mediterrâneo, como alecrim, segurelha, tomilho, lavanda e muito mais.

Ele é um arbusto lenhoso, de 20 a 45 cm de altura e com folhas escuras, que lembram de formato algo entre a lavanda francesa (Lavandula officinalis) e estragão russo (Artemisia dracunculus). No Oriente Médio, onde são nativas, as folhas são maiores e de sabor mais suave. Suas flores são púrpuras e ornamentam o jardim, porém só florescem em climas subtropicais ou de altitude. É uma planta menos resistente fora da sua região de origem.

Como cultivá-lo?

Prefere solos leves, secos, bem drenados e arenosos. Se rico em matéria orgânica, fica com folhas grandes e sabor mais suave. Se em solo calcário, fica com folhas pequenas, parecidas com a segurelha, e com sabor muito pungente. Deve ser cultivado em área de sol pleno. Reproduz-se por divisão de touceiras, estaquia ou sementes, esta última mais raramente.

Como usar na culinária? 

Comumente usado na culinária árabe, seja como uma hortaliça ou como um tempero, orna com saladas, azeitonas, queijo e tomates. Seu sabor está entre o orégano e a segurelha. Aceita bem temperatura e secagem, não perdendo aroma e sabor. Pode estar presente na mistura z’aatar, a qual leva gergelim, sumac e ervas verdes, como o zaatar, tomilho e orégano.

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Raio X | Poejo: a mini menta

Nome científico: Mentha pulegium.

Sinonímias: Mentha daghestanica Boriss., Pulegium dagestanicum (Boriss.) Holub, Pulegium vulgare Mill.

Família: Lamiaceae (família das mentas).

Origem: Europa, Ásia e Arábia.

Outros nomes populares: erva-de-são-lorenço, hortelã-miúda, menta-selvagem, poejinho, poejo-das-hortas, poejo-real, european pennyroyal (inglês), pennyroyal (inglês), pudding grass (inglês), menta poleo (espanhol), poleo (espanhol).

Características botânicas: erva perene, rasteira, com folhas aromáticas, atingindo cerca de 10 cm de altura. Uma das menores espécies de mentas. Possui pequenas flores de coloração violeta.

Cultivo-Solo/Clima: é uma planta aclimatada em quase todos os países de clima temperado, tropical e subtropical. Prefere solos úmidos, alcalinos e seu plantio é feito através da divisão de touceira, estacas e sementes, na primavera ou no outono.

Usos medicinais, culinários e/ou ornamentais: possui propriedade digestiva, ajuda a combater os gases intestinais, tosses e afecções bucais. Antigamente, era muito usada como chá para bebês para passar cólicas  e melhorar a respiração, porém por ser altamente expectorante e ter efeito rápido acabavam acontecendo alguns incidentes, como a criança engasgar por ser colocada deitada logo após toma-lo. Para evitar isto, após a criança ingerir o chá não coloque-a deitada. É muito eficiente como repelente de insetos e no tratamento a picadas de mosquitos e pulgas. Na culinária, você pode usá-lo como uma menta/hortelã comum, porém de sabor mais intenso.

Partes usadas: folhas e flores.

 

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Jornada das Plantas | Mergulhe no universo das ervas aromáticas

Você está convidado para este mergulho no universo das plantas aromáticas, todo mês vamos explorar um grupo diferente de plantas, sua assinatura, formas de cultivo, benefícios e utilização da planta e do seu óleo essencial.

NÍVEL INTRODUTÓRIO (obrigatório para poder fazer o nível específico):

– Introdução à Doutrina das Assinaturas

– Relação morfologia tipos de cultivo

– Relação morfologia propriedades fitoterápicas

– Relação morfologia propriedades fitoenergéticas

– Partes da planta energia

– Introdução à aromaterapia

– Métodos de extração de óleos essências (a essência da planta)

– O que são qt. e gt. e suas relações com a aromaterapia e fitoenergética

– Cores e fitoenergética

– Fitoenergética e suas aplicações

Data: 06/março/2018

Horário: 9h00 – 12h00


NÍVEL ESPECÍFICO: CULTIVO E AROMATERAPIA

Módulo I (06/março): manjericões

Módulo II (10/abril): lavandas

Módulo III (08/maio): mentas

Módulo IV (12/junho): cidreiras

Módulo V (17/julho): pimentas

Módulo VI (14/agosto): sementes

Módulo VII (18/setembro): ervas do Mediterrâneo​

 

Horário: 13h00 – 16h00

 

Público: amantes da natureza, das ervas e aromaterapia.

Coordenação: Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiaria, e Andrea Darco, aromaterapeuta

Local: Avenida Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo (Sabor de Fazenda)

 

INVESTIMENTO

Módulo Introdutório avulso: R$ 190,00 (é obrigatório fazer o introdutório para poder participar do específico).

Módulo Específico avulso: R$ 230,00 ou R$ 207,00 (para ex-alunos Jornada das Plantas).

Módulo Introdutório + 1 Específico: R$ 360,00.

 

Demais informações: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br

 

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Araruta: o polvilho PANC

Por Gabi Pastro

Hoje é dia de falarmos de uma PANC (Planta Alimentícia não Convencional) que é novidade aqui no viveiro: a araruta (Maranta arundinacea; Família botânica: Marantaceae). Ela é uma herbácea alta, perene, de folhas longas e largas, as quais podem lembrar a cúrcuma (Curcuma longa).

Ela forma rizomas (caules subterrâneos) longos, os quais eram muito usados para a fabricação de polvilho. Hoje em dia ele é bem menos comum, porém ainda podemos encontrá-lo raramente em casas especializadas de produtos naturais.

O rizoma possui cerca de 24% de amido e 68% de água, é muita umidade! Seu amido é muito bem digerido pelo organismo humano. Cultivando ela em casa é possível fazer seu próprio polvilho.

Cultive-a em canteiros largos, profundos e que tenham boa drenagem.  Ela gosta de terra rica em matéria orgânica, por isso pode preparar o canteiro com composto orgânico, húmus de minhoca ou esterco curtido. A colheita acontece de 7 a 9 meses após o plantio. Já a reprodução é feita através do próprio rizoma, como fazemos com o gengibre e cúrcuma.

Além de alimentícia, é uma planta linda para se ter ornamentalmente, pois forma cobertura densa e alta, de 60 cm a 1,5 metro de altura.

 

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Cursos e Oficinas de Fevereiro

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Horta com fungos!

Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias

Estamos em um período bem chuvoso e nele algumas pragas e doenças típicas surgem. O mais comum são pulgões e fungos pós-chuvas. No post de hoje o foco são os fungos. Eles surgem pela combinação calor e umidade.

Com a chuva frequente e o sol mais fraco, entre nuvens, a folhas mais centrais das plantas não conseguem secar e é com essa parte que temos que ter mais atenção. Vejam a foto dessa salsinha crespa:

Salsa crespa com fungo

Esse problema também é frequente na lavanda, a qual não gosta de umidade e não consegue se proteger dela. Quando eles surgem e espalhando-se temos aquela típica visão da planta com o entorno bonito, porém com o miolo úmido, na coloração marrom e com quase todas as folhas mortas.

Diversos tipos de fungos podem surgir e eles apresentam colorações diferentes. Por exemplo, o míldio apresenta-se em manchas amarelas ou vermelho-púrpura e o oídio confere colocação esbranquiçada. O problema é identificado tardiamente quando a cor do fungo é similar a das folhas, como no caso da sálvia-comum, vejam:

Já o manjericão sofre com fungo Fusarim oxysporum, qual faz o pé inteiro murchar e morrer muito rapidamente.

 

Podemos evitar/reduzir o problema ao:

– Evitar a rega nas folhas durante os meses de chuvas frequentes

– Podar as primeiras folhas com a doença que surgirem, assim a ela não espalhará na planta e na horta

– Fazer uma poda de limpeza para aumentar a circulação de ar no entorno e no meio da planta

– Observar frequentemente as plantas, principalmente a região mais central delas.

– Em casos de infestações, aplicar inseticida natural de pimenta e alho. Receita aqui.

 

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INÉDITO | Oficina de Tingimento Natural e Bordado Livre

Esta oficina tem por finalidade apresentar aos participantes as técnicas tradicionais de tingimento de tecidos com o uso de plantas. Num encontro prático, os participantes aprenderão a extrair pigmentos de plantas e usá-los para tingir naturalmente os tecidos. E também aprenderam pontos de bordado simples para imprimir no tecido tingido deforma manual resgatando uma técnica tão antiga.

Conteúdo: 
– Um pouco da história do tingimento
– Corantes naturais vs. corantes sintéticos
– Materiais necessários para tingir em casa
– Preparação do tecido
– Obtenção da tinta vegetal
– Processo de tingimento
– Bordado

Data: 30/01/2018 (terça-feira)
Horário: 09h as 16h30
Coordenação: Beth Bacchini e Beatriz Alcantara
Local: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo
Investimento: R$380,00 (curso, apostila digital e almoço)

Formas de pagamento:
– Opção 1 (a vista): R$ 361,00 depósito bancário a vista – 5% de desconto (válido para pagamento integral realizado 10 dias anteriores a oficina) ou R$ 380,00 (para pagamentos após 10 dias anteriores a oficina)

– Opção 2 (2x): R$ 190,00 no ato (depósito bancário) e R$ 190,00 no dia (dinheiro, cheque, crédito ou débito) – sem desconto

*O depósito bancário garante a reserva da vaga.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br ou (11) 2631-4915

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O que é boldo afinal?

Gabi Pastro, especialista em ervas e especiarias

Existe uma confusão enorme entorno do nome “boldo”, pois ele é utilizado para denominar diversas plantas, quais geralmente possuem sabor amargo e funcionam como tônico estomacal. O verdadeiro boldo (Peumus boldus) é uma pequena árvore do Chile, qual possui aroma de mastruço (Chenopodium ambrosioides), suas folhas são encontradas no comércio, porém não são cultivadas no Brasil. É potencialmente tóxico, devido suas concentrações de alcaloides.

Existe ainda o falso boldo, chamado boldo-grande ou boldo-baiano (Plectranthus grandis), muito parecido com o P. barbatus (boldo-africano), o qual difere por ter os talos e as folhas igualmente amargas, e o boldo-miúdo ou boldo-gambá (Plectranthus neochilus).

Outra planta denominada boldo usada é a Vernonia condensata, conhecida também por alumã ou boldo-indígena.

Veja o guia fotográfico abaixo:

Tome cuidado ao fazer uso de alguma planta com intuito fitoterápico, pois você deve ter certeza da espécie em questão.

 

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Celebre 2018 | Cursos e Oficinas de Janeiro

Inscrições: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br ou (11) 2631-4915.

Formas de pagamento: depósito bancário, opção 1x e 2x, consulte-nos.

 

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