A simbologia das ervas

Por Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias e herbalista

As ervas fazem parte do nosso dia a dia há milênios, antes mesmo de inventarmos a escrita já as utilizávamos, seja na medicina, culinária ou uso mais energético. Ao longo da história, o real e o imaginário dessas belezas da natureza se misturaram e hoje não conseguimos mais separá-los. Dessa forma, carregamos conosco diversas simbologias, confira a de algumas ervas que amamos tanto:

  • Alecrim: purificador do ambiente. Ajuda a elevar os pensamentos. Altamente energizante. Dizem que um pé de alecrim jamais passará a altura que Cristo tinha e que suas flores se tornaram lilás azulada e suas folhas aromáticas apenas após Maria se abrigar aos seus pés. Ahhh não podemos esquecer que quem tem um pé lindo de alecrim em casa significa que a mulher é quem manda… 😉 …como é na sua casa?

  • Lavanda: eleva o astral e relaxa e acalma a mente. Traz tranquilidade e equilíbrio. Estimula o amor. Seu nome vem do latim ‘lavare’, mais especificamente lavar as impurezas da mente e do corpo.

  • Louro: atrai prosperidade, progresso e crescimento. Erva atrelada à mitologia grega, Os vencedores dos Jogos Olímpicos ganhavam uma coroa de louro, qual simbolizava a vitória e reconhecimento. Diz-se que a ninfa Dafne teria se transformado em um loureiro para fugir do assédio do deus Apolo. Impossibilitado de ter sua amada, ele teria confeccionado uma coroa de louro e usado para sempre, ou seja, é uma erva relacionada à imortalidade também.

  • Manjericão: traz sorte, felicidade, prosperidade e proteção. Considerada uma erva real pelos franceses e divina pelos indianos. Conta a história que o manjericão só cresce vistoso quando a semeadura é feita aos xingamentos. Na Antiguidade, a colheita do manjericão era feita apenas após acontecer um ritual específico de limpeza, no qual a mão direita tinha que ser purificada com folhas de carvalho e a esquerda precisava ser lavada três vezes em fontes diferentes.

  • Sálvia: estimula o equilíbrio entre mente e corpo. Espanta vibrações negativas e traz proteção à casa e as pessoas. Seu nome, em latim, significa salvar. Dizem que quem tem um pé de sálvia lindo e vistoso em casa não precisa se preocupar com a morte 😉 .

Nesse final de ano, dê presentes repletos de simbologia, como as ervas aromáticas. Seus amigos, familiares e colegas de trabalho irão amar!

Garanta desde singelas mudas à lindas cestas de ervas para amigos secretos, festas corporativas e reuniões familiares.

Mais informações: (11) 2631-4915

 

Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo
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sabordefazenda@sabordefazenda.com.br
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SAVE THE DATE | Curso Prático de Jardinagem Orgânica Comestível 2018

 

 

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Palestra Gratuita | Controle ecológico de pragas e doenças com produtos Neudorff

A Neudorff desenvolve produtos para o controle integrado de pragas podendo ser usado tanto por jardineiros como por produtores rurais conscientes com o meio ambiente. Sua filosofia é solucionar os problemas causados por pragas e doenças com produtos que são inofensivos ao homem, seus animais domésticos e ao meio ambiente.

Nessa palestra, o engenheiro agrônomo Wagner Novais apresentará os diferentes produtos da Neudorff e suas devidas aplicações.

 

Data: 13/dezembro

Horário: 14h00 – 15h00

Local: Av. Nadir Dias de Figueiredo, 395 – Vila Maria, São Paulo

 

É necessário fazer inscrição: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br (única forma de inscrição).

 

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Ervas para diminuir o consumo de sal

Confira a participação da nossa herborista Silvia Jeha no Programa Mulheres. Dessa vez, o tema foi ervas para diminuir o consumo de sódio do dia a dia.

 

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Por quê usamos casca de arroz carbonizada?

Por Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias 

Falamos em diversos posts anteriores sobre a importância de usar cobertura vegetal morta tanto em vasos como em canteiros e hoje vamos falar especificamente da casca de arroz carbonizada.

A casca de arroz carbonizada (CAC) é resultante de uma combustão incompleta sob altas temperaturas e baixas concentrações de oxigênio. O resultado é um substrato rico em matéria orgânica (80%), principalmente celulose e lignina. Isso a torna de difícil decomposição, ou seja, ótima para essa função de cobertura vegetal de alta durabilidade (até dois anos).

Ela sempre foi muito usada no processo de fabricação do nosso velho conhecido bokashi, qual sofre fermentação, juntamente com outras matérias primas.

No nosso jardim, podemos usar tanto como cobertura vegetal, como parte do substrato (1/3 de casca e 2/3 de terra adubada) de plantio, incorporando-a na terra. Os benefícios são os seguintes:

  • Melhora a drenagem e aeração do solo quando incorporada à terra;
  • Promove a melhor retenção da água, ou seja, menos regas, quando usada como cobertura vegetal;
  • Acelera o enraizamento, tanto na semeadura como no transplante e estaquia, quando incorporada à terra;
  • Por ser rica em sílica, é um excelente repelente de lesmas e caracóis;
  • Acelera a associação fungos + raízes, micorrizas, qual é benéfica para a melhor absorção de nutrientes do solo pela planta.

Importante: os benefícios citados acima são provenientes, principalmente, da casca de arroz carbonizada (preta) e não da natural (amarela).

E você, está esperando o quê para incorporar a casca de arroz no seu jardim?

 

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Conhecendo as malvas

Por Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias 

Há 15 dias, abordamos a confusão botânica que existe por trás do nome ‘artemísia’ (veja aqui) e hoje vamos falar sobre as malvas.

Aqui no Brasil costumamos chamar de malva as plantas que possuem folhas recortadas/lobadas. A confusão maior ocorre entra as plantas do gênero Malva sp. (malvas-verdadeiras; família botânica Malvaceae) e Pelargonium sp. (pelargônios; família botânica Geraniaceae) Apesar disso, conseguimos facilmente diferenciar espécies desses dois gêneros, sendo que as Pelargonium sp. formam arbustos e possuem folhas mais suculentas e levemente aveludada. Já as Malva sp. são herbáceas e as folhas são finas e de um verde mais escuro.

As mais conhecidas de cada gênero são:

  • Malva sp.: malva silvestre (Malva sylvestris)
  • Pelargonium sp.: malva cheirosa (Pelargonium graveolens), malva branca (Pelargonium odoratissimum) e malva citronela (Pelargonium citrosum)

Os pelargônios são muito aromáticos, podendo possuir aroma de limão, rosas, coco, citronela, entre outros. Eles são comuns em jardins ornamentais, porém, assim como as malvas verdadeiras, possuem propriedades medicinais variadas. No universo da aromaterapia eles são chamados de gerânio.

Pelargônios ornamentais (Pelargonium sp.)

Aqui no viveiro temos duas espécies a Pelargonium graveolens e a Pelargonium odoratissimum (veja as fichas completas dessas espécies aqui).

 

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Jardins, Defumações e Rituais: final de ano cheio de alto astral

Tenha um final de ano repleto de alto astral, confira nossos últimos cursos de 2017…

CURSO DE JARDIM VIBRACIONAL com Claudia Canales

Aprenda a reconhecer a energia do seu jardim e o que fazer para melhorá-lo.

Conteúdo:

  • Reconhecendo a energia das plantas e do jardim
  • Como os jardins vibracionais atuam nas pessoas, nas cidades, no planeta
  • Como potencializar a energia das plantas
  • Lista de plantas vibracionais
  • Jardinagem energética – solo, novos adubos, plantio, podas – uma nova visão de antigos conceitos
  • Aprendendo a usar o pêndulo e dual road

Prática: fabricação um spray vibracional e montagem de um vaso que o aluno poderá levar para casa

Data: 02/dezembro (sábado)

Horário: 9h00 – 16h00

Investimento: R$ 350,00

CURSO DE INCENSOS NATURAIS E SACHÊS COM ERVAS com Gabi Pastro

Aprenda a fazer incenso (smudge stick) e sachês com ervas para defumar e aromatizar sua casa.

Conteúdo:

  • Uso das ervas ao longo dos tempos, poderes e formas de aplicação.
  • Por que usar incenso natural e sachês de armário?
  • O que nossos armários representam?
  • Entendendo e ativando a energia das plantas, conceito da fitoenergética
  • Aprendendo a preparar as ervas
  • Cuidados na colheita
  • Métodos e dicas de secagem

Prática: preparação pelos alunos de 1 incenso natural (smudge stick) e 1 sachê aromatizado com ervas.

Data: 06/dezembro (quarta-feira)

Horário: 9h00 – 12h00

Investimento: R$ 180,00

CURSO USO MÁGICO DAS ERVAS I – ESPECIAL FIM DE ANO com Adriano Camargo

Conheça o uso das ervas dentro das culturas e religiões. Regras para a magia com as ervas, além de métodos de como fazer banhos, defumações e benzimentos. Tudo voltado para o final de ano.

 Conteúdo:

  • Regras para o uso das ervas nos banhos
  • Banhos com ervas: conceitos e aplicações
  • Defumações: conceitos e aplicações
  • Benzimentos: conceitos e aplicações
  • Finalização e recomeço vamos celebrar e nos preparar para o ano novo

Data: 09/dezembro (sábado)

Horário: 9h30 – 13h30

Investimento: R$ 218,00

 

MAIS INFORMAÇÕES: sabordefazenda@sabordefazenda.com.br ou (11) 2631-4915

 

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Manjericão cânfora: a solução contra as traças

Por Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias 

Estamos com uma nova espécie de manjericão aqui no viveiro (amamos eles, temos mais de 13 tipos diferentes!), o manjericão cânfora ou manjericão canforado (Ocimum kilimandscharicum). Ele é nativo do Quênia, Tanzânia, Uganda, Sudão e Etiópia.

Seu porte é um pouco menor que o do comum, chegando no máximo de 1,20 m de altura. Suas folhas são mais arredondadas e claras e exalam um intenso aroma de cânfora.

Devido ao sabor muito pungente e canforado, ele não tem uso culinário, porém é ótimo parceiro da horta, afastando moscas e outras pragas. Quando secos são colocados em sachês, auxiliando no combate as traças, ou seja, bora colocá-lo nos livros e gavetas do armário! Outra opção é fazer um spray aromático para pulverizar no armário. Veja a receita:

Ingredientes:

250 ml de álcool de cereais

200 ml de água

2 xícaras de folhas frescas de manjericão cânfora

Modo de preparo: esterilize um vidro de 500 ml, coloque o manjericão no fundo, cubra com o álcool e a água e tampe. Mexa bem o vidro e repouse-o em um local escuro por 30 dias. Mexa-o todos os dias. Após esse período, coe e coloque em um recipiente de spray. Cuidado ao utilizar, pois ele terá uma coloração escura e poderá manchar se aplicado diretamente na roupa ou livro.

Medicinalmente, é utilizado para tratar dores estomacais e febres.

 

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Horário do viveiro: feriado da Proclamação da República

 

 

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A artemísia que não é artemísia!

Por Gabi Pastro, especialista em ervas aromáticas e especiarias 

Hoje é dia de conversarmos sobre a confusão que se faz em torno do nome popular ‘artemísia’. Aqui no viveiro vemos essa confusão ser  recorrente.

Existem duas espécies, basicamente, chamadas de artemísia, a verdadeira Artemisia vulgaris, chamamos ela de verdadeira, pois realmente faz parte do gênero Artemisia sp. A outra é um tanaceto, o Tanacetum parthenium (antigamente chamado de Chrysanthemum parthenium).

Ambas são aparentadas, pois estão dentro da família botânica Asteracea, qual também inclui o girassol, alface, dente-de-leão, entre outras plantas. Apesar disso, possuem características físicas e medicinais bem distintas. A artemísia-verdadeira é morfologicamente similar à losna/absinto (Artemisia absinthium). Confira…

 

O T. parthenium é usado popularmente para tratar dores de cabeça (principalmente causada por insolação), má digestão e diarreia. Ajuda a baixar a febre, tanto que seu nome em inglês é feverfew. Seu aroma peculiar é um ótimo repelente de insetos. Na forma de sachês, pode ser colocada no armário para repelir as traças. Usamos tanto suas folhas quanto flores. Apesar do seu amargor, pode ser usada na culinária, dando um toque especial em ensopados e assados.

Já a A. vulgaris tem uma relação forte com o feminino, qual é usada para regular o sistema reprodutor feminino. Ela também é a erva que vai ao moxa, bastão muito utilizado na fitoterapia chinesa para aliviar dores corporais, cansaço e estresse. É chamada de mato dos sonhos (dream weed) pelos índios norte-americanos, pois teria a capacidade de estimular os sonhos durante o sono. Em inglês seu nome é mugwort. Usam-se folhas e flores.

Independentemente dessa confusão, ambas são ótimas opções para você cultivar no seu jardim medicinal, pois tratam sintomas diferentes.

Obs.: Aqui no viveiro a espécie que temos é a T. parthenium, qual chamamos de artemísia. Não temos para vender a A. vulgaris.

 

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